Uma decisão judicial determinou que a ex-esposa do ator Stênio Garcia, Clarice Piovesan, pague uma pensão mensal de R$ 5 mil ao veterano de 94 anos. O valor corresponde ao aluguel de um apartamento em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, que estava no centro de uma disputa judicial entre o artista e sua família.
Clarice Piovesan, que hoje vive longe dos holofotes, teve uma carreira artística nas décadas de 1970 e 1980. Ela ficou conhecida por interpretar a personagem Kika no humorístico “Planeta dos homens”, ao lado do então marido. O sucesso da dupla rendeu a série infantil “Kika e Xuxu”. A atriz também participou da novela “Feijão Maravilha” e de produções do cinema nacional. Sua última aparição na televisão foi na minissérie “Floradas na Serra”, exibida em 1991.
Stênio e Clarice se separaram em 1983. Eles tiveram duas filhas, Cássia e Gaya. Em 1992, o ator doou o imóvel para as filhas, ainda menores de idade, mas reservou para si o usufruto vitalício. Segundo Stênio, as filhas se recusavam a entregar a posse do apartamento, impedindo que ele exercesse o usufruto.
Em abril, o ator entrou com uma notícia-crime contra a ex-mulher e as duas filhas para reaver a posse do imóvel. Ele alega não ter condições de se sustentar, vivendo apenas com a aposentadoria do INSS, que não cobre despesas com remédios e cuidados pessoais. O apartamento, com pouco mais de 50 metros quadrados, é avaliado em cerca de R$ 2 milhões e foi comprado na década de 1980.
Mari Saade, atual esposa do ator, disse que a briga é antiga e não é com as filhas, mas com a ex-mulher. Ela afirmou que Stênio foi generoso com as filhas ao longo da vida, com doações de imóveis e ajuda financeira, e que os aluguéis que deveriam ser repassados a ele não estariam sendo pagos.
Geração Z e a desaprovação da inteligência artificial
Pesquisas recentes mostram que a Geração Z, formada por jovens nascidos entre meados dos anos 1990 e 2010, tem uma visão cada vez mais crítica sobre a inteligência artificial. O principal motivo é o impacto da tecnologia no mercado de trabalho, com o medo de que máquinas e algoritmos substituam empregos humanos.
Além disso, o grupo demonstra preocupação com os danos ambientais causados pelo funcionamento de grandes sistemas de IA. Os centros de dados necessários para processar informações consomem grandes quantidades de energia e água, o que gera desconfiança entre os jovens que priorizam a sustentabilidade.
A desaprovação também está ligada ao uso de IA para criar conteúdo falso, como imagens e vídeos manipulados, o que levanta questões éticas. Para muitos integrantes da Geração Z, a tecnologia representa uma ameaça à privacidade e à autenticidade das informações.
