sexta-feira, 19 de junho de 2026Ao vivo
Giro das Notícias
Notícias e artigos
Insights

Monkeypox em 2026: Bahia confirma 2 casos e investiga mais

Na Bahia, dois casos de mpox foram confirmados em 2026, conforme divulgado nesta semana pela Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia). Até a sexta-feira (20), sete notificações suspeitas…

Por Giro das Notícias · · 1 min de leitura

Na Bahia, dois casos de mpox foram confirmados em 2026, conforme divulgado nesta semana pela Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia). Até a sexta-feira (20), sete notificações suspeitas da doença foram registradas, sendo que três foram descartadas após investigação clínica e laboratorial, e duas ainda estão em apuração.

Um dos casos confirmados foi em Vitória da Conquista, no interior da Bahia, e o outro é um caso importado, diagnosticado em Salvador em um paciente residente em Osasco (SP), segundo informações da Sesab. Em Vitória da Conquista, a paciente é uma mulher que procurou atendimento no Hospital Geral da cidade. A prefeitura local informou que ela permanece em isolamento durante o tratamento e apresenta boa evolução clínica.

A Sesab continua as investigações dos demais casos notificados, seguindo os protocolos de vigilância epidemiológica, de acordo com uma nota oficial.

A mpox é uma doença infecciosa zoonótica, causada por um vírus da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a pele de pessoas infectadas, especialmente quando há lesões. Também pode acontecer por meio do contato com secreções ou do compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e roupas.

Os sintomas mais comuns da doença incluem febre, dores de cabeça e musculares, sensação de fraqueza e lesões na pele, que geralmente aparecem no rosto e podem se espalhar pelo corpo. O tratamento atual se concentra em medidas de suporte, focadas no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, pois ainda não existe um medicamento específico aprovado para a mpox.

Pessoas diagnosticadas com a doença devem permanecer em isolamento até a completa cicatrização das lesões, período que pode variar de duas a quatro semanas, dependendo da evolução clínica.

Compartilhar: WhatsApp Facebook X
Leia também